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segunda-feira

O prof Sérgio Nogueira fala sobre como avaliar bem em radiestesia

É comum recebermos e-mails, ou acompanhar postagens em fóruns, cujo teor é mais ou menos o seguinte:

“Que gráfico usar para um casal em conflito?”
“Que gráfico usar para melhorar um negócio que vai mal?”
“Que gráfico usar para um quarto com problemas telúricos?”
Tenha em mente que, em todos os casos acima mostrados, as perguntas estão erradas, e dificilmente chegaremos a respostas certas com questionamentos equivocados.

O que cada uma destas pessoas deveria se perguntar é:

“Como faço para descobrir o que está causando o problema X?”

A verdade é que existem metodologias adequadas para serem empregadas em cada área de atuação que deveriam ser dominadas pelo operador, um curso de qualidade ajuda muito neste ponto, principalmente quando ele (assim como o nosso), possui um bom acompanhamento do professor.

Se você ainda procede da forma descrita não se chateie conosco, mas é importante saber que você ainda está com uma formação incompleta, sua sensibilidade pode ser muito boa, mas faltam alguns conhecimentos para a realização de um trabalho excelente. Um radiestesista bem formado nunca faz estas perguntas em primeiro lugar.

Para encontrar o que buscamos devemos:

1- Analisar as causas

Imagine que sua casa está ruindo e ameaça cair, um engenheiro chamado ao local não se pergunta “O que fazer para a casa não cair?”, mas sim “Por quê a casa está caindo?”.

Vejamos o caso do casal em conflito, antes de determinar um gráfico precisamos descobrir o que ocorre, dependendo das causas envolvidas o gráfico empregado pode variar imensamente, imaginemos por exemplo que um dos parceiros é muito dominador e autoritário, em vez de um gráfico para “harmonizar” o casal, que não dará bons resultados a longo prazo, podemos pensar em atacar a fonte do problema.

2- Procurar a melhor abordagem

Tendo identificado as causas, pesquise sobre a melhor forma de abordagem, no exemplo que dou existem várias possibilidades, da psicoterapia à intervenção radiônica, pesquise radiestesicamente cada uma delas, principalmente as que você domina.

Vamos supor que o melhor caminho para lidar com o autoritarismo do parceiro tenha recaído sobre o floral de Bach Vine, ainda resta descobrir se sua emissão em um gráfico é de fato o melhor, se a resposta for positiva finalmente chegamos a última etapa, que muitos colocam como sendo a primeira.

3- Qual gráfico usar

Agora podemos pesquisar diversas possibilidades, e um Scap ou baguá podem acabar sendo selecionados, observe que nenhum deles foram criados para “harmonizar casais”.

Primeiro devemos descobrir o que causa o problema que pesquisamos, depois a melhor abordagem disponível, e por fim, e só no fim mesmo, pensar em que gráfico usar,

Nunca pesquise que gráfico usar para os negócios melhorarem antes de tentar entender o motivo pelo qual eles não estão indo bem, este é talvez um dos maiores erros, e o que leva muitas pessoas a reclamarem dos resultados obtidos com gráficos, simplesmente porque eles querem que o problema se adeque a solução que eles tem em mãos, e não o contrário.

Por quê somos partidários desta forma de ação?

Simplesmente porque se não fizermos assim muitas vezes ficaremos tateando no escuro e perdendo tempo precioso.

A pergunta certa não tem preço, sendo a base de uma pesquisa de sucesso.

Bom, e como descubro como proceder para descobrir os problemas? Como faço para não cair mais nesta e em outras armadilhas?

Um bom curso é bastante desejável, e se você quer uma boa formação em radiestesia deveria conhecer nosso curso a distância.

terça-feira

Como ter sucesso no ramo de Terapia Holística

O prof. Sergio Nogueira é Terapeuta Holístico com mais de 20 anos dedicados a pesquisa e desenvolvimento de novas abordagens no campo de radiestesia e radiônica, tendo realizado seus estudos no Brasil e no exterior.

Prof Sergio Nogueira
Atuou por dois anos em Roma, prestando consultoria, ministrando cursos e efetuando atendimentos, mantendo contato com associações e profissionais de várias partes da Europa, o que lhe possibilitou trazer para o Brasil técnicas de trabalho inovadoras.

Responsável pela introdução em nosso país de novos aparelhos de radiônica, desenvolvendo equipamentos de padrão internacional em sintonia com as principais investigações no campo, tais aparelhos atualmente são utilizados por operadores em quatro países.

Desenvolveu o método Aleph de radiestesia e radiônica, um sistema que torna o aprendizado da radiestesia mais simples e ao mesmo tempo mais eficaz através do uso de um material didático aprimorado e treinamento consistente focado em resultados práticos.

Neste artigo o prof Sergio aborda um tema de interesse geral:

Uma das maiores dificuldades que a classe holística enfrenta é se firmar no mercado, principalmente porque os cursos da área, por melhores que sejam, compreensivelmente não preparam os alunos para iniciarem um negócio.
Se a Terapia Holística é cada vez mais popular por quê a cada ano que passa fecham mais clínicas e consultórios?
Por quê os cursos estão mais difíceis de serem realizados?
Muitos radiestesistas ou radionicistas concentram-se principalmente em prospectar clientes, acreditando que, com mais pessoas conhecendo o trabalho terão uma renda maior. Será que é assim mesmo?
Em partes o raciocínio é correto, mas isolado de outros fatores isto só serve para queimar o profissional.

Mas, para obter resultados se faz mister cumprir um pré requisito, você precisa começar a entender seu trabalho em TH (Terapia Holística) como um negócio. E como tal, ele deve pagar suas contas e lhe fornecer meios de uma vida digna. Portanto é necessário calcular seus custos, fazer investimentos e priorizar objetivos, digo isto por perceber que a maioria dos espaços e consultórios fecham devido a problemas organizacionais.

Esteja atento aos seguintes pontos:
  • Importância do conhecimento
  • Material adequado
  • Foco profissional
  • Organização
  • Avaliações eficazes
  • Formatando um tratamento
  • Obtendo o máximo de sucesso.
Começamos a abordar este assunto nesta semana através de nossa lista de e-mail, e lançaremos uma série de artigos a respeito, onde vários aspectos do problema serão estudados.

Mas atenção! 

O conteúdo não estará disponível para todos, apenas para assinantes da lista de e-mails, que receberão senhas para acessar os artigos conforme estes sejam lançados.

Quer participar? Então não perca tempo e se inscreva agora, não se esqueça de confirmar depois sua inscrição por e-mail (o sistema envia uma mensagem pedindo confirmação para evitar que seu nome seja enviado sem seu consentimento).

Aproveite, no meio deste processo faremos uma videoconferência onde poderão participar e expor dúvidas.

quarta-feira

O Prof. Sérgio Nogueira, dá dicas para este inicio de ano


Comece o ano investindo em você!

É natural que ao término de cada ano elaboremos planos para o próximo ciclo, porém, o que a maioria das pessoas não percebe, é que o melhor momento para iniciarmos uma nova jornada é justamente nos primeiros três meses do ano. Isto ocorre porque nossa mente rapidamente muda de foco quando não passamos da teoria à prática.

Já pensou em como vai realizar seus sonhos? Ainda não?

Comece elaborando uma lista com os planos para este ano, não basta estar na cabeça, os mesmos devem se materializar a partir de algum ponto, coloque-os no papel, ao lado destaque, com um círculo verde ou laranja, a quantia mensal em dinheiro disponível e comece a eleger as prioridades, dando preferência aqueles que o auxiliarão a conquistar os próximos. Não tema pequenas dívidas nem espere as condições ideais para realizar seus sonhos, sempre será necessário arriscar e a radiestesia e radiônica podem lhe ajudar.
Aos radiestesistas, radionicistas e terapeutas em geral:
Comece o ano investindo em seu trabalho, corra atrás dos cursos que sempre desejou fazer e adquira materiais para seu treinamento e oficio, aplique em você o mais rápido possível. Os pacientes e clientes admiram o profissional que valoriza seu trabalho e apresenta resultados, gerando um rápido retorno financeiro.

**Quer se inciar na área? **
 
Pendulo
   
Não perca mais tempo, aproveite para ingressar em uma das áreas mais fantásticas das terapias vibracionais, aproveite nossos cursos a distância
 
 

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E adquira seus aparelhos, lembrando que são as máquinas radiônicas mais completas do Brasil e possuem o melhor suporte existente.

quinta-feira

10 Dicas para o uso dos gráficos de Radiestesia

Gráfico de radiestesia turbilhão

Gráfico Turbilhão



Os Gráficos de Radiestesia (erroneamente chamados gráficos radiônicos), são muito conhecidos e utilizados atualmente, até mesmo por leigos que nunca utilizaram um pêndulo. Neste artigo damos algumas dicas sobre seu uso que podem fazer grande diferença para o uso prático:

A exatidão da forma é primordial

Dentre as leis que regem as ondas de forma esta é a mais determinante, um gráfico de Radiestesia apenas proporciona bons resultados quando possui a forma correta, portanto compre seus gráficos de um fornecedor competente que seja cuidadoso na confecção do material.

Cuidado com gráficos que contenham letras Hebraicas

Nenhum problema com eles especificamente, mas seu uso exige cuidados, o primeiro é que deve ser bem produzido, sendo comum gráficos com erros grosseiros, o campeão é o Tetragrama (que nem deveria ser utilizado em Radiestesia), mas outros gráficos conhecidos também contém erros que inviabilizam seu uso. Uma dica para escolher o Tetragrama, observe se em seu braço direito está escrito IEVE em hebreu, se tiver está ERRADO, lá só devem estar três letras e não quatro.

Escolha o gráfico certo com o auxílio do pêndulo

Existem vários gráficos possíveis de serem utilizados para fins semelhantes, a Radiestesia lhe indicará qual se adequa melhor ao caso. Evite as preferências pessoais.

Tudo que é demais cansa

Gráficos precisam de atenção, não deixe-os montados ad eternum, pesquise o tempo necessário para emissão utilizando a Radiestesia ou verifique a intensidade em intervalos regulares. Estímulos continuados perdem a eficácia devido a saturação, que pode ainda gerar outros inconvenientes.

Como desimpregnar os Gráficos

Existem vários técnicas para isto, as mais usadas são deixa-los sob a água corrente por alguns minutos (debaixo de uma torneira por exemplo) ou esfregá-lo com algum tecido (preferencialmente preto), que crie atrito e gere eletricidade estática.

Interaja com o gráfico

Ao preparar um gráfico reserve um tempo para visualizar o objetivo pelo qual ele foi armado, isto auxiliará a programa-lo para o fim almejado, lembre-se que a mente tem sua parcela de importância na Radiestesia.

Utilize cristais como antenas sempre que puder

As pontas de quartzo branco servem para amplificar a emissão, aumentando consideravelmente as possibilidades de êxito, sempre que o gráfico permitir utilize-os. Aqui também vale o princípio do tamanho, pontas maiores proporcionam melhores resultados.  

Outro detalhe é que os cristais melhores são os não lapidados cujas pontas estejam intactas.

Mantenha o alinhamento com o Norte de Forma

Evite o uso de campos de forma artificiais, eles foram criados mais para facilitar as pesquisas de Ondas de forma do que para trabalhos de emissão. Os gráficos trabalham em íntima relação com o campo magnético terrestre, sendo desta forma importante que estejam corretamente alinhados com o Norte de forma (357º), a menos que o gráfico preveja outro posicionamento, o que é raro.

Evite montar gráficos de Radiestesia próximo a grandes massas metálicas

Pelo mesmo motivo devemos manter os gráficos longe de grandes objetos metálicos ou aparelhos eletroeletrônicos quando estão montados. Estes interferem com o campo magnético local e perturbam o funcionamento dos gráficos.

Os dois gráficos de Radiestesia que devemos ter sempre a mão

Se não puder comprar mais que dois gráficos no início então escolha estes:

Decágono:

para a fabricação de testemunhos e remédios vibracionais, tenha alguns disponíveis.

Scap:

Um multifuncional que pode ser usado em várias ocasiões, parafraseando um dito homeopático podemos dizer que, “Na dúvida use Scap”.

Fonte: Prof. Ségio Nogueira
www.radiestesia.net

sábado

Como melhorar seus resultados na prática da Radiestesia







Por Sérgio Nogueira
 
A Radiestesia pode nos ajudar em vários campos, mas para isto é necessário que o radiestesista observe algumas regras para o uso do pêndulo. Muitas pessoas nos escrevem a procura de conselhos para melhorar os resultados obtidos. Neste artigo vamos expor algumas dicas que, uma vez bem aplicadas, certamente proporcionarão um maior índice de sucessos na prática diária, tais dicas servem tanto para uso em Radiestesia física quanto em Radiestesia mental:

1- Estude Radiestesia

Para um bom desempenho é necessário uma base sólida de conhecimentos teóricos, faça bons  cursos de Radiestesia, leia todo material acessível sobre o tema, participe de comunidades, entre em contato com profissionais e visite diversos sites. Aproveite sempre para tirar suas dúvidas, pois muitos profissionais tem prazer em explicar aos mais novos. Como regra tenha em mente que a Radiestesia não substitui o conhecimento, ela auxilia o conhecimento que o operador já possui.

2- Cada coisa de uma vez

Não adianta ficar estudando várias técnicas de Radiestesia simultaneamente, escolha uma e coloque-a em prática durante um período a fim de dominá-la, para só então se aventurar em outras diferentes. Da mesma forma procure realizar um grupo de exercícios correlacionados de cada vez.
Ficar saltando entre diversos sistemas apenas auxilia o diletantismo.

3- Relaxe o corpo e a mente antes de utilizar o pêndulo

Esteja calmo para efetuar suas pesquisas e procure um local silencioso. Faça um exercício de relaxamento leve antes de iniciar.

4- Concentre-se na pesquisa radiestésica

É impossível realizar uma pesquisa séria em Radiestesia se não conseguimos nos concentrar no que buscamos, esqueça os assuntos cotidianos e mantenha o pensamento fixo nos objetivos a serem alcançados.

5- Pergunte apenas o que é relacionado a Radiestesia

Lembremos que Radiestesia significa sensibilidade as radiações, ou seja, a percepção das energias a nossa volta, não perca tempo perguntando se seu cliente vai lhe pagar ou se seu namorado irá ligar a noite, pode ser até que funcione e você obtenha respostas corretas, mas isto é o simples uso da intuição e não Radiestesia, possuindo um índice de erros que costuma ser alto. A décima dica completa o raciocínio.

6- Formule corretamente as questões

O índice de insucessos devido a perguntas mal formuladas é um dos fatores que mais contribuem para a desistência dos iniciantes. Para obter uma resposta precisa é necessário que a pergunta seja muito bem elaborada, devendo ser binária e sem ambiguidades. Para ler um artigo de ótima qualidade sobre este assunto consulte o método para o uso do pêndulo, onde o autor aborda o tema de forma completa. Se você sente dificuldades para formular perguntas de forma objetiva, escreva-as. Esta medida será muito útil, principalmente em casos em que a mesma questão deverá ser repetida várias vezes. Imagine que você tenha que selecionar Florais de Bach a partir de uma lista por exemplo, se escrever em uma folha de papel “O Floral ………… é indicado para o problema …………..de fulano?” , você garantirá que a pergunta seja repetida sempre da mesma forma enquanto percorre a lista e evitará pequenas mudanças que podem gerar ambiguidades despercebidas.

7- Regule seu pêndulo

Procure sempre “calibrar” o pêndulo em relação a pessoa, objeto de pesquisa ou testemunho no qual trabalha. Este processo auxilia a captar a onda pessoal do objeto, tornando a resposta mais precisa. Isto se faz deslizando delicadamente o fio do pêndulo entre os dedos do operador, enquanto o instrumento é mantido sobre a mão dominante da pessoa ou sobre o testemunho até que entre em giro.

8- Entenda o que você está pesquisando

É muito comum pessoas escreverem para nós dizendo: “Eu detectei um problema X em um caso. O que significa isto?”
É impossível trabalhar assim. Se for usar os gráficos semi circulares tenha certeza de que você entende o significado dos termos escritos nele, se o gráfico contém siglas como E.I.F, ou O.V.P procure saber com o autor o significado delas antes operar.

9- Seja sintético

Não é comum que um problema específico esteja ligado a muitas causas, sendo importante detectar as origens, e estas geralmente são poucas. Se a avaliação está mostrando muitas causas, verifique se as perguntas estão sendo formuladas corretamente e possuem relação direta com o motivo da consulta. Comumente o operador confunde causas com efeitos. Observe seu nível de concentração e procure focalizar melhor a pesquisa.

10- Não é todo dia que tem pão quente

Da mesma forma não é todo dia que o operador está no máximo de sua capacidade. Quando sentir que não está bem para efetuar pesquisas não o faça, ao menos até obter mais experiência para saber como lidar melhor com estas fases.
Esperamos contribuir para que melhores de fato seus êxitos, afinal Radiestesia só tem sentido quando proporciona resultados.



Fonte: radiestesia.net

quinta-feira

Radiestesistas ao Longo da História


Uma xilografia da época da dinastia Han, encontrado na província chinesa de Shandong, mostra o imperador Kwang Yu com um instrumento parecido com um diapasão, Yu que nasceu em torno de 2205 a.C. e foi o fundador da Dinastia Hsia, era tido como grande conhecedor das águas subterrâneas, cujos veios descobria facilmente. Confúcio disse que o imperador Yu "dominou as grandes inundações". Os chineses primavam por sua habilidade em investigações ao subsolo, e proibiam a localização de casas e abrigos de animais em cima das chamadas "Veias do Dragão", ou "Saída dos Demônios", arte conhecida como FENG SHUI.

Em Roma - Antes de fundarem uma cidade, os romanos colocavam rebanhos de ovelhas pastando por longos períodos nos terrenos escolhidos, depois sacrificavam os animais para analisar o fígado. Também na história de Roma, vários historiadores referem-se ao uso de Varetas de salgueiro para descobrir águas subterrâneas.

A Bíblia faz alusões ao uso de varetas, chamadas pelos hebreus de "vara de Jacó". Moisés quando fez verter água da pedra, usou um bastão que se inclinou para baixo para indicar a presença de veio de água. (texto da Bíblia)

Antes dos hebreus, no Egito, escavações realizadas nas tumbas do Vale dos Reis, comprovaram a existência de varinhas e pêndulos. No âmbito das energias de forma, vislumbramos o alto grau de conhecimento desse povo, nas magistrais pirâmides, cercadas de misticismo e ocultismo, mas que encontra a razão nas fórmulas matemáticas, e nas ondas de forma.

Além dos já citados, temos registros dessa prática nos hindus, persas, etruscos, polinésios, gregos e gauleses.

Na Idade Média a radiestesia foi usada na prospecção de minérios. Em 1556, o médico alemão Georg Bauer publicou em latim o livro "De re metallica" (dos metais) sobre prospecção mineral. Diz que os mineiros usavam varetas (forquilhas) de diferentes árvores para a busca de minérios : aveleira para a prata, freixo para o cobre, pinheiro negro para o chumbo e o estanho. Para o ouro e a prata preferiam varetas de ferro.

No final do século XVII a rabdomancia ou a futura radiestesia, espalhou-se por toda a Europa. Em 1892 o Abade Alexis Bouly criou o termo radiestesia.

Em 1919, Mermet, que era conhecido como o "príncipe dos radiestesistas", criou a telerradiestesia, inspirado no trabalho do Abade Paramelle, que achava fontes através de mapas.

Em 1920, uma comissão da Academia de Ciência de Paris elaborou um parecer favorável à radiestesia. Os ilustres cientistas declararam. A ciência do porvir e de bom grado nós patrocinamos a radiestesia.

Em 1933, realizou-se o Congresso Internacional de Avignon, com a participação de onze países e a consagração do termo Radiestesia.

Em 1935, a Maison de la Radiesthésie publicou o famoso livro de Mermet "Comment j'opère", considerado a bíblia dos radiestesistas.

A partir de meados do século dezenove, a Radiestesia passa por um expurgo das superstições que a eivavam, e começa a ser estudada cientificamente, com apoio em métodos experimentais. A palavra "Radiestesia" sugere que essa ciência se relaciona com "radiações", "raios", cuja natureza ainda se desconhece. Não é eletricidade nem magnetismo, embora essas radiações tenham conotação com essas duas forças. Aliás, o raio radiestésico é passível de reforço tanto pela eletricidade quanto pelo magnetismo.

O leitor que se dedicar ao treino assíduo e racional da Radiestesia, ficará deveras surpreso com o rápido desenvolvimento de sua habilidade radiestésica, que lhe permitirá, entre outras coisas, aplicá-la à manutenção do equilíbrio de sua própria saúde e à de seus familiares, habilitando-o, ainda, a saber se um determinado remédio prescrito é eficaz ou não ao paciente. Pode, também, submeter a testes os alimentos que vai ingerir às refeições, selecionando-os a critério de sua saúde, preceituando a si um regime alimentar.

Hoje, na Europa, existem milhares de médicos radiestesistas, que se reúnem em sociedades, demonstrando, assim, o alto conceito com que encaram os recursos da Radiestesia, não sendo rara a cooperação entre bons radiestesistas e eficientes facultativos.

A Radiestesia é uma ciência que detecta todos os tipos de manifestações energéticas. É a maneira de detectar ou melhor descobrir objetos ocultos, doenças, alimentos e medicamentos adequados, e desgaste de energia no corpo humano, seja nos setores psíquicos ou físicos.

A sintonia entre o operador radiestésico e o objetivo é explicada pelo fenômeno já conhecido da ressonância, aprendido por todos os estudantes nos tratados de física elementar e que pode ser comprovado facilmente por qualquer pessoa.

Por definição, o pêndulo nada mais é senão um peso, preso a uma corrente ou fio, e este pode ser de metal, cristal ou madeira, é VOCÊ quem vai definir qual é o material que seja de seu agrado, de acordo com a afinidade com este ou aquele material. Você pode, inclusive, utilizar como pêndulo (caso não adquirir um neste momento) a sua aliança, presa à uma correntinha.

Fonte - www.misteriosantigos.com

www.esppacoalpha.com.br


Pedra Luz

terça-feira

Radiestesia


Radiestesia é uma palavra composta por dois termos distintos: radius, que vem do latim e significa radiação, e aisthesis, de origem grega e que significa sensibilidade, indicando assim a "sensibilidade às radiações".

Seus defensores afirmam possuir a capacidade de captar radiações e energias emitidas por quaisquer objetos, esta habilidade permitiria aos radiestesistas (geralmente com o auxílio de bastões, pêndulos e outros instrumentos) encontrar água e minerais, corpos enterrados, objetos perdidos, ou qual seria a melhor dieta para um determinado organismo.

Radiestesia é uma ciência muito antiga e se constitui na capacidade que algumas pessoas possuem de perceber e sentir, de detectar e qualificar com instrumentos, ou sem eles, as energias geradas e irradiadas pelos seres, pelas coisas e pela Terra.

A Radiestesia surgiu com a técnica da procura de poços d'água e de jazidas subterrâneas, por meio da forquilha ou varinha divinatória. Depois ficou séculos e séculos esquecida, e quando reapareceu, achava-se infectada de manipulações e invocações inúteis de arte mágica. Além da busca de mananciais aqüíferos, a varinha bifurcada era muito utilizada na pesquisa de tesouros ocultos e objetos perdidos. Nos dias de hoje, não é raro encontrar ainda no meio rural poceiros habilidosos que fazem dessa arte uma profissão, localizando água com a forquilha ou com um simples prumozinho.

Um radiestesista atua com sua sensibilidade para captar informações das energias da Terra e saber se estas são as maiores responsáveis pelas doenças, limitações e desarmonias. Todas as pessoas tem sensibilidade às irradiações das energias, podemos assim classifica-las:

Algumas raras pessoas possuem um alto grau de sensibilidade para captar informações corretas das irradiações de energia, com ajuda ou não, de instrumentos: são os Radiestesistas natos.

-Algumas pessoas com uma maior sensibilidade podem desenvolver a capacidade de perceber e captar as irradiações e as suas influências.

-As outras pessoas mesmo sentindo bem estar ou mal estar provenientes das irradiações, não conseguem desenvolver a sensibilidade da percepção para formular diagnósticos destas energias.

Existem vários instrumentos que são sensíveis às radiações, muitos deles milenares:

-Os pêndulos, as varetas e as forquilhas.

-E as versões atuais dos anteriores: o dual road e o aura meter.


Hoje em dia dispomos de avançados e precisos instrumentos de medição que detectam e quantificam estas irradiações, como contadores Geiger ou Kombi-test. Outros tão complexos, somente são acessíveis aos centros de pesquisa subvencionados por fundos internacionais.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
www.misteriosantigos.com



Pedra Luz